28.2.09

Dia 7 de março, perto das dez da manhã, estarei na escola Gonçalo Pereira para uma conversa, "entre nós e as palavras" com os alunos e depois tocar uns temas infantis à guitarra.
Espero apenas que seja divertido.
até lá.

27.2.09

eu, com o poeta joão luis no gato escaldado


Um poema enorme


Queria escrever um poema enorme
nem que fosse o poema enorme
mais pequenino do mundo
Queria escrever um poema enorme
nem que fosse o poema enorme
mais simples do mundo
Queria escrever um poema enorme
nem que fosse dos poemas enormes
o menos enorme de todos
mas que fosse enorme para ti
porque para ti enorme…
só um poema maior!


João Luís Dias




26.2.09

Comemoremos o sol no cimo

de uma qualquer figueira

o amor merece as alturas

e como pétalas sortidas ou flocos de estrelas

que caia sobre os homens uma clara meditação

25.2.09

campo macio

Na época em que colhia frutos
imaginava um campo onde o tempo não existe
as mulheres puxavam as manhãs
com seus longuíssimos cabelos
o amor era macio como a terra prometida
e era tão claro o pensamento quanto o canto feminino
que o céu inventava os seus pássaros.

20.2.09

no dia 20 de Fevereiro pelas 22:00 estarei no Gato Escaldado Bar com a minha guitarrinha clássica a acompanhar as leituras "Momentos de poesia " pelo poeta João Luís Dias, autor de vários livros, do qual se destaca o último "Um Poema uma Flor" publicado pela CALIDUM, Clube de Autores Minhoto/Galaicos.


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O Gato Escaldado Bar é um espaço que se encontra situado na Rua Cónego Rafael Álvares da Costa,54 (S.Victor) em Braga.


O Gato Escaldado Bar procedeu a algumas alterações que surgem no sentido de poder oferecer à cidade um novo foco de arte e cultura onde se irão realizar exposições de artes plásticas, fotografia, poesia e outros eventos.
De 13 a 05 de Março, tem patente a exposição de fotografia de Sérgio Freitas, um conhecido fotografo Bracarense.

17.2.09

a música dá saúde

Na teoria das grandes descobertas, onde o meu carinho é confundido por marotices, venho a saber que afinal - e ao contrário do que para aí se diz - a música de Roberto Carlos, o Grande Robertinho (toparam o trocadilho?) não serve apenas e só para aquecer o clima dos amantes, naqueles dias chuvosos, metidos dentro do carro, bancos deitados para trás, com o escurinho a dar boas ideias, o ar condicionado idem aspas, hum... e fico por aqui na eventualidade de ser lido por menores.

O bom desta descoberta - e pasme-se - é que chegou-se à conclusão, tarde mas chegou, um pequeno milagre para pessoas que sofrem de depressões crónicas, que dizem que ouvem vozes, também os stressados, neo-chifrudos; ouvir baladas do Roberto Carlos faz amansar o bicho que rabeia dentro de algumas pessoas, causando uma melhoria significativa nos níveis de ansiedade, melhor que vinte consultas no psicólogo (estes que me perdoem pela dica dada), com a vantagem de se poupar na farmácia e dispensa consulta ou receita médica.

Ao que parece aquilo funciona mesmo, como um calmante, um remédio caseiro, melhor que chá de cidreira, logo, é estritamente desaconselhável ouvir Roberto Carlos enquanto se conduz pelo facto de causar flatulência, perdão, enganei-me, sonolência.

Pensa-se até criar uma lei para proibir que a sua música romântica não seja ouvida durante as oito horas laborais pois é sabido por fonte segura que as seguidoras das músicas do Roberto C. têm uma menor produção e mais idas à casa-de-banho, sabe-se lá para quê.

Outro contra: ouvir mais de vinte minutos considera-se ser um risco colossal, chamemos-lhe assim, é como estar muito tempo ao sol, pois segundo os especialistas, que tiveram setecentas pessoas como cobaias em laboratório, a maior parte delas com tiques de bailarino, este excesso pode provocar fibromialgia irreverssível ou deliquência precoce.

Depois desta afirmação fica explicado o porquê de algumas pessoas andarem na rua como que possuidas, desorientadas, com um riso tão estúpido que embaraça.

Já depois do sexo, olarila, uma músiquita do Rei Roberto cai que nem ginjas, adormecesse como se acabado de fumar um charro de erva, e outra vantagem é: caso a nossa masculinidade nos atraiçoe, temos a certeza que ela não vai dizer: outra vez?!

Ao saber destas conclusões, o romântico daqui de portugal, o homem que dedicou uma música a cada nome de mulher, fez saber que o tema “eu tenho dois amores” é bom para quem tem pingo na nariz, e pode em muitos casos ser bom “xarope” para o combate do hipogonadismo masculino (o hipogonadismo é a presença de baixos níveis de testosterona que gera a infertilidade). Agora digam que estas crónicas não educam!

Sempre se soube que a música influencia estados de espírito, que há certas letras musicais que nos tocam, mas, ó Roberto, quando você diz naquela canção “tudo pára quando a gente faz amor”, não acha isso uma desavergonhice, andar a fazer amor pelas ruas não é para este tempo, of course que faz parar o trânsito e peões míopes, ou que julgava, você e a sua namoradinha fazendo amor a céu aberto, ainda por cima com a sua vestimenta branquinha a imitar um anjo, claro que as pessoas páram e olham. Querias o quê, que tapassem os olhos? Dantes apoiavas as baleias que cruzam os oceanos, agora isto... sinceramente, Roberto!

(1 minuto de pausa para me recompôr)

Bem, agora que estou melhor, como despedida deixo algumas recomendações de saúde para vários tipos de doença:

Para quem sofre de prisão de ventre, ouvir o Toy é melhor do que qualquer complexo B;

Artroses incluindo os bicos de papagaio, Miguel e André, um gajo põe-se logo a mexer;

Pé de atleta, Quim Barreiros sem dúvida o melhor remédio;

Apneia do sono, a Ruth Marlene tem todos os suplementos necessários para nos manter acordados;

Para alergias, enxaquecas e urticárias, propunho que oiça temas do Elton John da época em que ele não usava a peruca que tem, por ser anti-pirético;

Síndrome de Boerhaave, azias e cólicas: qualquer tema do Roberto Leal, por ele só beber leite magro e condensado. Por estas e por outras, oiça canções, deixe-se embalar, saia da rotina, mas cuidado com os excessos e já agora muito cuidadinho com aqueles cantadores pimbas de lencinho ao pescoço.

10.2.09

- O governo quer baixar de 0,5 para 0,2 a taxa de alcoolemia.

- Com estas e com outras, este governo está a querer dizer-nos: não fumas, não bebes, não f*.

7.2.09

6.2.09

António Lobo Antunes alinha com brincadeira de programa de humor da SIC Radical

quem tem cu tem medo

Nós, os portugueses, podemos não ter inventado a vacina contra o tétano, podemos não ser bons em acertar na muche nas contas orçamentais, podemos ter talento para subornos e afins, mas numa coisa, e aqui todos concordarão certamente, somos pioneiros na arte do sofrimento, número um mundial nas idas ao médico e gemer, gemer, gemer no hall do consultório.

Enfim, gostamos de mostrar que somos uns pobres coitados, que a vida vai má, que qualquer dia à que dê o rei.
Para confirmação destes factores ora vejam lá este extracto de uma conversa de um paciente num consultório, onde o meu agente infiltrado captou tudo com as suas antenas à la José Rodrigues dos Santos:

- Ai este Inverno que nunca mais termina, doutor! O meu coração dá sinais de avaria, o meu estômago deita tudo por fora, os meus ossos, ai os meus queridos ossinhos parece que fazem acompanhamento musical de música satânica,
eu bem digo-lhe doutor que dói aqui que dói acolá, que qualquer dia dá-me uma bem forte que me vou sem destino para aquele lugar indesejado, mas que agora, é certo, não me calha lá muito bem, até porque tenho filhos que ainda não estão arranjados para vida lá fora.

Ai doutor preciso de baixa imediata, cinco dias sem trabalhar, no minímo, cinco dias na caminha, a xaropes e chás, não estou para pegar em caixotes lá na fábrica, carregar mercadorias, o stress das encomendas, se me atrevo a mexer um músculo, uma falange, uma falangeta, o meu corpo quebra-se logo de imediato.

Dói tanto que se mexer numa palha desfaço-me em três ou quatro.
Não desejo isto a ningém, doutor. Os meus ossos adivinham mais que qualquer previsão metereológica, você nem imagina o protesto que eles fazem quando se aproxima aquele frio frio, deve ser do PDI, como diz a minha mulher, que por eu estar assim trabalha como uma negra e ainda me traz o leitinho à cama.
Ai doutor, pela Santíssima Trindade, assine-me o papel da baixa antes que eu me apague e dê o pifo.

O médico, que já comeu muita sopa na sua vida, responde:

- Bem, o caso é grave, vai ter de fazer urgentemente uma rectoscopia minuciosa a ver como está por dentro.
- Rectoscopia, doutor?!

O paciente, que só por dizer a palavra fez cara feia, assim que se falou em meter qualquer coisa pelo traseiro acima, de súbito, como se um milagre acontecesse ali naquele consultório, o doente em menos de um fósforo virou ex-doente, as suas bochechas levantaram-se com nova cor, o seu sorriso abriu janelas, pondo-se a andar dali para fora numa energia que daria para iluminar um prédio de vinte andares.

Posto isto, o médico pôs-se à vontade na sua cadeira e deu por si a rir, a rir, e um pensamento alto saiu-lhe da boca:

- Remédio santo! Um gajo fala-lhes em meter um tubo pela regueifa acima ficam logo curadinhos!

Pois. Neste caso confirma-se o ditado: para grandes males, grandes remédios.

Julio Pereira - Moda do entrudo

1.2.09

curiosidades


  • Gandhi dormia nu ao lado de mulheres para pôr à prova a sua capacidade de abstinência.

  • A spice girl Victoria Adams confidenciou que seu namorado, o famoso jogador de futebol David Beckhman, gostava de vestir suas calcinhas. Pesquisa mostrou que 1 em cada 7 ingleses tem esse costume. A maioria, no entanto, disse que não teria coragem de usar calcinhas ao sair de casa. Motivo: medo de sofrer um acidente e terem seu segredo descoberto.

  • Quando ainda não estava na moda homens famosos posarem nus para revistas no Brasil, o cantor Nélson Gonçalves fez uma declaração surpreendente à revista Playboy em 1998: "Contam por aí que tenho o membro muito grande. E tenho mesmo. São 22 centímetros de comprimento. E é grosso: dá 19 centímetros de circunferência".
  • A atriz norte-americana Pamela Anderson revelou em uma entrevista que foi estuprada quando adolescente e só se lembrou do ocorrido décadas depois. "Eu bloqueei mentalmente o trauma", disse ela.
  • O membro da Academia de Letras de Itajaí, João Carlos Ramos Filho, distribuiu 5000 camisinhas com poemas gravados nas embalagens, durante o carnaval na cidade catarinense.
  • Em 2000 um cidadão inglês foi condenado por fazer sexo grupal com outros homens. De acordo com a lei vigente na época, homens só poderiam fazer sexo com outros homens contanto que a relação não envolvesse mais que dois parceiros. Foi nesta mesma lei que o escritor Oscar Wild foi enquadrado e preso em 1895.
  • Em julho de 2004, a revista European Journal of Neurology divulgou que a causa verdadeira da morte do líder comunista russo Vladimir Lênin foi sífilis, doença infecciosa transmitida sobretudo por contato sexual. Na época de sua morte, em 1924, havia sido divulgado que ele havia morrido por causa de problemas respiratórios.
  • Uma romena de 66 anos deu a luz a uma criança em 16 de janeiro de 2005 e, com isso, se tornou a mãe mais velha do mundo. A professora universitária Adriana Iliescu se submeteu a tratamentos de fertilidade por nove anos antes de engravidar.
  • A Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro constatou que em uma relação sexual na qual se demore 7 minutos para se chegar ao orgasmo, gasta-se energia equivalente a uma caminhada de 700 metros feita em 10 minutos. Além disso, o coração de pessoas entre 20 e 35 anos atingem 130 batimentos por minuto no pico do prazer (em repouso, os batimentos giram em torno de 90 bpm).
  • A tribo indiana dos Xenxu acredita que as mulheres que tiverem contato sexual à noite e conceberem, terão filhos cegos.

  • O ex-presidente do Quênia, Daniel Moi, chegou a sugerir que a população ficasse 2 anos sem sexo. Segundo ele, essa medida iria diminuir drasticamente a progressão da AIDS, já que a doença é uma epidemia nacional e os quenianos não tem o costume de usar camisinha.

  • As prostitutas de Nápoles, no sul da Itália, tinham um truque para atrair clientes: passavam, atrás da orelha, um pouco da umidade da vagina.

  • A mais antiga representação do ato sexual que já foi encontrada está em pinturas da Idade da Pedra (aproximadamente 4 mil anos a.C). Trata-se de um homem deitado de costas e uma mulher por cima.
  • No arquipélago de Samoa, na Polinésia, as mães costumavam masturbar seus filhos para que eles ficassem com o pênis do tamanho ideal.
  • Bem dotados? Não. Os gregos achavam que os pênis grandes eram feios e vulgares. Também acreditavam que um pênis menor era mais fértil, pois o esperma percorria um caminho mais curto até chegar ao corpo da mulher.
  • Santo Agostinho, conhecido por ter sido um defensor ferrenho da castidade, caiu na gandaia até os 34 anos. Depois disso abdicou dos prazeres da carne e se empenhou na missão de convencer o resto do mundo a fazer o mesmo.
  • Para os antigos romanos o sexo oral era um ato extremamente infame.
  • Um crítico francês chamado Charles Augustin Saint-Beuve, que viveu no século XIX, batizou os livros pornográficos de "obras para se ler com uma mão só".
  • Quando a insaciável Catarina, A Grande morreu, em 1796, correu por toda a Rússia o boato de que o coração da louca soberana não teria suportado o esforço de tentar manter relações sexuais com um cavalo.
  • O escritor irlandês James Joyce tinha tara por calcinhas com rendas e babados.
fonte: www.guiadoscuriosos.ig.com.br