para entrares na casa do poema-mãe
tens de construir versos com alicerces de solidão
tirar os sapatos como numa mesquita
olhar os espaços brancos
e os silêncios que fazem teias
a partir do centro
para depois sonhar com o amor
como sonha o filho de ninguém
Entrei neste Blog...
ResponderExcluirInteressante seu modo de se expressar, Flávio.
Voltarei... quero ler mais em detalhe.
Sucesso c a sua "BÚSSULA"..seu livro novo
Parabéns!!!