25.10.10

para entrares na casa do poema-mãe
tens de construir versos com alicerces de solidão
tirar os sapatos como numa mesquita
olhar os espaços brancos
e os silêncios que fazem teias
a partir do centro
para depois sonhar com o amor
como sonha o filho de ninguém

1 coments:

  1. Entrei neste Blog...

    Interessante seu modo de se expressar, Flávio.

    Voltarei... quero ler mais em detalhe.

    Sucesso c a sua "BÚSSULA"..seu livro novo

    Parabéns!!!

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